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As sete qualidades de uma cultura consciente

As sete qualidades de uma cultura consciente

A cultura de uma empresa é uma força invisível, mas poderosa, que pode funcionar tanto a favor do crescimento da corporação, como criar um sério obstáculo ao sucesso do negócio. Para que se possa direcionar energia e esforços na mesma direção, as empresas precisam criar e preservar uma cultura positiva e vibrante, que tenha como foco o alcance de um “propósito maior”, que não seja apenas resultados financeiros.

Por isso, a Cultura Consciente, no âmbito do Capitalismo Consciente, deve estar edificada, alimentada e desenvolvida, ao longo do tempo, para fortalecer o verdadeiro propósito da empresa e manter a harmonia de interesse entre os seus multistakeholders (funcionários, acionistas, comunidade, diretoria, consumidores, sociedade, etc.).

Isto significa uma empresa que adota uma cultura consciente representa algo mais que “um bom lugar para se trabalhar”. Ela possui características específicas que diferenciam a organização das demais, dotando-a com senso de propósito e orientação, para atender todas as partes interessadas (multistakeholders). Como resultado, a cultura consciente permite o crescimento e evolução, tanto do indivíduo, como da corporação.

Segundo o Capitalismo Consciente, são as sete características que fazem uma Cultura Consciente:

  1. Confiança: transmitem confiança em suas relações, internas e externas;
  2. Responsabilidade: altos níveis de descentralização e autonomia;
  3. Cuidado: preocupação sincera com todas as partes interessadas (multistakeholders);
  4. Transparência: divulgação de relatórios de sustentabilidade de resultados finaceiros;
  5. Integridade: sempre dizem a verdade e agem de forma correta;
  6. Lealdade: as partes interessadas são pacientes e compreensivas, umas com as outras;
  7. Igualdade: relações horizontais, onde todos são tratados com respeito e dignidade.

A Cultura Consciente exige uma diretriz gerencial baseada na descentralização, na autonomia e na colaboração, e sua importância não pode ser ignorada, sob o risco de prejudicar o funcionamento e desempenho da organização. Assim, para formar uma Cultura Consciente, é preciso uma liderança forte, mas sensível, que esteja emprenhada e alinhada à implantação das mudanças que as empresas (e a sociedade) tanto precisam.

Dra. Gisele Victor Batista

Consultora em ESG e Responsabilidade Social | Mentora Empresarial e de Desenvolvimento Pessoal | Colunista de Sustentabilidade | Palestrante em Capitalismo Consciente, Economia Circular, ODS e Mercado de Carbono

www.harpiameioambiente.com.br | giselevictorbatista@gmail.com

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