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EMPREENDEDORISMO, TRABALHO, QUALIDADE DE VIDA NA “TERCEIRA IDADE” - UM PERCURSO INTROSPECTIVO

EMPREENDEDORISMO, TRABALHO, QUALIDADE DE VIDA  NA “TERCEIRA  IDADE” -

UM PERCURSO INTROSPECTIVO

EMPREENDEDORISMO, TRABALHO, QUALIDADE DE VIDA  NA “TERCEIRA  IDADE” -

UM PERCURSO INTROSPECTIVO

Autoria da Foto: Sebastião Salgado - “Eu quero aprendê  a lê e a iscrevê para podê guardá segredo”

Meu objetivo aqui é refletir e expressar os sentimentos vividos por um empreendedor, ao longo do seu processo de empreender, em plena “terceira idade”. Para tanto, tomarei o texto que irei apresentar abaixo como um empreendimento e, ao longo de sua construção, irei revelando minhas experiências, como se fosse um “negócio” que estivesse construindo.   

Decidi escrever sobre a vida que pulsa em um corpo que já ultrapassou muito mais da metade da melhor expectativa de vida que as estatísticas nos podem apresentar. Resolvi empreender esse movimento para dentro de minha própria existência e estabelecer comigo meu próprio diálogo e texto. Escolhi testemunhar o objeto a ser tratado, ao invés de teoriza-lo. Nas entrelinhas do testemunho pessoal, minha compreensão do tema - Empreendedorismo e “Terceira Idade” -irá se revelando.      

Inicio cheio de dúvidas, temores e até uma certa vergonha de escrever sobre algo que na escala objetiva de faixa etária já me diz respeito. Ao mesmo tempo o vigor com que enfrento esses fantasmas revelam para mim mesmo a intensidade da vida e da crença na consciência que a desenha.    

O prazer por escrever é evidente em mim. O medo é vivido na mesma intensidade. Prazer-medo binômio a ser enfrentado na ação empreendedora. A ousadia é a saída para o começo. Mesmo assim, confesso que não sei por onde começar. Não me interessa escrever algo que seja repetição do que tantos com muito mais competência do que eu, já fizeram. Essa seria uma repetição desnecessária. Um empreendimento para prosperar não pode ser uma cópia-clone de outros existentes. 

Medo..., fascínio pelo itinerário desconhecido, pela porção de incertezas em minhas quase-certezas. Responsabilidade para comigo mesmo, para com aqueles que se interessarem pelo texto e por aqueles que como eu, reagem às convenções de tabelas de faixas etárias que fragmentam a vida em etapas e pretendem prescrever o viver. O prazer pelo triunfo da força do impulso criador que não esmorece com a idade. Constato em mim mesmo, que a vida e a consciência não têm idade, o corpo sim.  A poetisa mineira Adélia Prado escreveu um lindo poema onde trata essa questão: Erótica é a Alma (in Poesia Reunida, 1991)   

Aqui estou eu às voltas comigo mesmo, impregnado por minhas experiências, enredado pelo meu passado e por todo o conhecimento que acumulei e reciclei ao longo de minha história. 

Ao mesmo tempo sinto o futuro entranhado dentro de mim. Tenho certeza de que extrairei uma obra (texto) que já está gravada em mim e a incerteza das palavras e forma que utilizarei. Encarregado por mim mesmo de uma tarefa cujo conteúdo, e processo ainda desconheço, mas que se tornou nas últimas semanas, dever intrínseco que me impulsiona ao desconhecido ao qual me leva essa viagem. Experimento prazer pelas primeiras frases que se delineiam sem uma crítica mais severa que atacaria minha coragem e destruiria à vontade.

Empreender subentende o sonho que norteia. Existe o norte, mas não existe a certeza do que se vai encontrar, em todos os detalhes, ao longo e ao final da viagem. O risco é inevitável!  É preciso ter a paciência -  agora, com a minha idade eu a tenho -  para ir construindo aos poucos, aceitando a ajuda das circunstâncias e das lembranças que vão calibrando nossas possibilidades ao longo do percurso. No vigor de minha idade atual a paciência foi aprendida e hoje, é natural.        

Na busca do ponto de partida dei-me conta, repentinamente, que me encontro faixa da tabela do que convencionaram chamar de terceira idade. Decidi ousar comigo e tratar o tema viajando para dentro de mim mesmo, nesse momento em que meu físico toma um lugar tão diferente daquele de há alguns anos atrás. Uma viagem num momento em a vida mais ousa comigo. A ousadia da vida me deixa agradecido a ela porque me faz ousar com ela e assim posso dizer com firmeza: continuo sendo.

Tentarei ser útil, mas não quero parecer presunçoso e arrogante. Não quero ser neutro aqui. Impossível ser neutro diante de si mesmo, diante de sua própria história. Empreendedorismo e neutralidade não combinam. 

Há trinta e quatro anos empreendi, construí, consolidei e continuo empreendendo uma empresa artesanal de consultoria em recursos humanos. Troquei a carreira executiva pelo sonho de aprofundar o conhecimento sobre alguns temas aos quais, como consultor decidi dedicar-me. Corri riscos. Mantive e renovei em cada momento o sonho que está em sua gênese. Não há como empreender sem um sentido e sem o porquê. A idade não esmorece o sonho; torna-o mais nítido mais bem definido. Os obstáculos, os riscos e as vicissitudes são enfrentadas com mais serenidade. O significado do sonho ficou muito mais emocionante à medida que tempo passou desde 1986. Cada descoberta, cada nova experiência me dá a certeza de que nada foi casual e, menos ainda em vão, e que há muito mais para descobrir e aprender.

A emoção, ainda hoje, por realizar o trabalho que gosto é experimentada como vida que se consuma na criação de cada detalhe, de cada gesto, na escolha de cada palavra, no desenho de cada solução. Não há empreendedorismo sem a escolha por realizar o que se prefere, por realizar aquilo para o que nos sentimos potentes e vigorosos. Não há cansaço! Cumprir a vida sonhada é dar a ela toda a qualidade.  Empreendedorismo subentende consciência, escolha, liberdade, ousadia e muita curiosidade. Algumas vezes tive que escolher em circunstâncias muito restritivas e outras em situações mais abertas; mas foram sempre escolhas! São as escolhas que vou fazendo de mim mesmo que me lançam no mundo e constroem meu trabalho.   

Apesar de decidido e iniciado o percurso, uma viagem nada fácil, pressinto pela frente. Uma viagem que me leva diretamente à consciência do mundo-de-dentro-de-mim, que me lança para fora, para o núcleo dessa condição inexorável e inescapável de ser-no-mundo. Ser num mundo desconhecido a cada dia, num mundo que me exige reinventar-me a cada instante, que me impõe o movimento, quando a inércia poderia ser mais confortável. Um mundo de contornos tão pouco definidos, tão fluido, às vezes insustentáveis no seu modo aparentemente superficial de ser. Recito e repito para mim mesmo o título da obra de Paul Tilich “A Coragem de Ser”.

Escrever sobre empreendedorismo, trabalho, qualidade de vida na “terceira idade” a partir do próprio percurso exige coragem. Todo o meu ser se volta, se revolta, se dobra e se desdobra, se multiplica, se divide, se orquestra e se integra para realizar a obra mais perigosa difícil de todas aquelas que já realizei. Sei que tenho que percorrer as paisagens que fui compondo, compartilhando com muitos e guardando todas comigo.

Quero achar, expressar e ser autor de minhas palavras nutrindo-me das experiências já significadas e daqueles significados que for descobrindo e revelando para mim mesmo ao longo de minha viagem de construção deste texto. Empreender é sempre fascinante e atraente e, ao mesmo tempo, árduo, arriscado e amedrontador.       

Dou voltas e circunvoluções para evitar o confronto tão evitado-desejado, tentando adiar o que já comecei a fazer, tentando segurar um tempo/prazo que já começou a correr. Percebo-me diante do estranho, previsível e até banal medo de publicar-me, colocar-me diante de pessoas que não tem um rosto para mim. Um empreendimento concluído é uma obra exposta para pessoas que desconhecemos e que farão uma avaliação, tecerão comentários sobre sua obra que é você mesmo.

Aqui, cada palavra conforma uma parte ínfima do muito que eu gostaria de escrever, e me revela na tela do computador - que se transforma, a cada frase - no espelho mais íntimo de mim mesmo. Um espelho que captura e paralisa o verbo que não tem mais a dinâmica do falado, permitindo o exercício angustiante-odioso-prazeroso de se ver, rever, esmiuçar, olhar, reconhecer, desconhecer, examinar, aprovar, desaprovar, gostar e não gostar. Aqui, o recurso do esquecimento não é mais possível. Agora sou eu e minhas imagens pensadas, e às vezes faladas baixinho, com uma espécie de outro eu transformado em palavras. Empreender requer sempre o reconhecimento de si mesmo. Nas alturas da idade em que me encontro o exercício de me olhar no espelho tornou-se hábito e torna a tarefa menos penosa.  

Permito que a razão e a emoção ditem o texto perturbando-me e desconfortando-me. Não há como empreender confortavelmente. Na vivência intensa de mim mesmo, vou deixando que a obra revele o criador em sua essencialidade.

Sei que vou aprender comigo mesmo, em meus diálogos solitários durante essa viagem sem testemunhas. Trago para meu palco interno os milhares de indivíduos que ao longo de minha carreira me ensinaram o que eu tentava ensinar-lhes.Tento evitar assim a armadilha da solidão-alienação. Constato que minha identidade não se compôs na solidão-ausência ela é o produto elaborado a partir de milhares de horas de conversas atentas com pessoas-motoristas, pessoas-telefonistas, pessoas-secretárias, pessoas-consultores, pessoas-analistas e, pessoas-executivos. A esses indivíduos pertence tudo o que aqui for escrito, ou re-escrito, porque eles são o “meu outro”, condição indispensável para o saber.  Precisei de todos esses outros para me compor, para me compreender, para me refletir e produzir as palavras que estão abrindo e desenhando o texto-caminho.

Em plena “terceira idade” contabilizo o inestimável valor do patrimônio acumulado ao longo de uma vida profissional dedicada a investir na luta por escolher/decidir o que fazer e empreender aquilo que me deu prazer. Realizei o que me realizou. Empreendi o que me empreendeu. Enfrentei o que me impediria de ser com intensidade. Com esse patrimônio inalienável adentro a essa idade que a tantos constrange e ameaça.  

Não houvera eu desfrutado das possibilidades riquíssimas do estar-com, não poderia estaria formalizando aqui esse relato tão particular e pessoal. A idade não me impede a fruição da vida... A inquietude é sempre valiosa para transformar a vida em um empreendimento que valha a pena.

Pensando sobre a qualidade da minha vida constato hoje, mais do que nunca, que ela diz respeito à consciência e realização do quê, para quê e do sentido de minha existência. Sinto uma alegria incontida ao perceber como dizia Friederich Nietzshe de que de alguma forma tenho conseguido “ser o poeta de minha própria vida, e, primeiro nas menores coisas”.

Parece-me adequado, mas insuficiente, pensar em qualidade de vida como saúde, estar junto da família e dos amigos, ter tempo para o lazer e para o cuidado com o corpo. Qualidade de vida é certeza de sonho realizado e de outros tantos a serem realizados. É transbordamento de vida na alegria da descoberta e na satisfação da curiosidade sobre os acontecimentos que nos cercam e nos afetam. É aproveitamento de todas as possibilidades de escolha que a vida nos oferece incessantemente. Qualidade de vida é liberdade de escolher, ainda que nas situações mais restritivas. É afirmação de si, quando tudo tenta impingir uma imagem menor e insípida de si mesmo.

Ao ponderar minhas experiências como consultor de recursos humanos percebo que tenho lutado para conseguir ser sempre fiel aos propósitos que me motivaram a constituir uma empresa: ter tempo para estudar e aprofundar o saber, conhecimento de mim mesmo e também para prestar atenção e meditar sobre o mundo que me cerca. Tenho investido insistentemente na transformação do sentido do trabalho: da alienação consentida da própria vida, para a participação no desabrochar das possibilidades das coisas e circunstâncias. Isso define, para mim, o que é empreender.

Ao intuir a proximidade do final do percurso que me guiou ao texto aqui apresentado penso que a expressão “terceira idade” não me confere nenhuma significação ou atributo em especial e considero que deveria ser assim com todos. Chego a pensá-la quase como categoria que perigosamente e na “melhor das intenções” pode invalidar alguém conferindo-lhe direitos legais diferenciados produtos do reconhecimento oficial das limitações experimentadas pelos indivíduos nessa fase de suas vidas. Reconhecimento que em muitos pode ter o efeito de inferiorização de possibilidades. Constato que uma categoria como essa pode produzir verdadeiros estigmas de impossibilidades e de negação dos infinitos campos de vida disponíveis para a consciência. Mais respeito, por favor!

Lembro-me neste momento, de uma experiência única e muito especial que vivi com uma pessoa da dita “terceira idade”; uma experiência que já relatei em outro artigo. Era 1986, estava eu no interior mais pobre do Brasil pesquisando sobre possíveis motivos que levariam pessoas de mais de 60 anos de idade, vivendo em condições de miséria, a se interessar por aprender a ler e a escrever. Estava eu em uma casa muito pobre-  apenas 2 cômodos de chão batido, paredes de taipa e telhado de sapê - para indagar a uma senhora de 64 anos sobre seu possível interesse e motivo para aprender a ler e a escrever. Notei que ela que aparentava muito mais do que isso, o rosto era vincado e muito enrugado, a pele ressecada pelo sol, percebia-se um único dente (o canino inferior), vestia-se com panos ralos e velhos. Senti-me constrangido em perguntar o que fora ali indagar. O constrangimento era apenas meu, porque ela parecia estar muito à vontade comigo e já me chamava de “fio” (sic) e ria muito para mim. Diante desse estado resolvi arriscar e soltei meio de supetão a pergunta que lhe fora fazer. Ela não se fez de achada e deu mais um enorme sorriso vazio de dentes e pleno de vida, afeto e esperança. Respondeu-me de pronto: “Eu quero muito aprendê a lê e a iscrevê.” (sic) . Eu perguntei porque, e novamente a resposta veio pronta e me deixou na mais absoluta surpresa: “Eu quero aprendê a lê e a iscrevê para podê guardá segredo”. A surpresa me impedia de localizar qualquer categoria onde inserir aquela resposta. A única alternativa era pedir que ela explicasse melhor o que queria dizer com poder guardar segredo. Ela não se fez de rogada e assinalou com toda a calma: “Sabe fio, a gente é muito pobre por aqui” – Isso eu sabia.- “Pobre tem muito fio”, continuou ela, - o que eu também sabia. “Fio de pobre morre à toa. Sarva muito pôco!” – O que também não era novidade -  “Os que sarva vai tudo simbora pra Sum Paulo, Rio, Brasília. Vai prá cidade grande tentar vida mió. Quando eis chega lá, eis arruma imprêgo e pur causa disso tem qui aprendê a lê. Eis aprende purquê num são burro. Aí eis desgraça a iscrevê biête e carta pra nóis. Aqui ninguém sabe lê e nóis tem que í na casa da muié que sábi pra ela lê pra gente. Ela lê, ela é boa. Mas a gente qué respondê e num sábi e o jeito é pedí pra ela tê um caquinho de paciência e responde pra nóis. Ela iscreve o qui a genti dita. Qué dizê, a genti acha qui ela iscreve, purque sabê mesmo nóis num sabe. Nóis num sabe lê... Intão todo mundo aqui fica sabendo das coisa da vida da genti e dos fio da genti. Ocê fio já pensô o dia que eu subé lê e iscrevê, que ninguém mais vai ficá sabendo das coisa da genti”.

Essa senhora acabara de me dar o grande presente de minha vida. Ela me deu a certeza de que a vida se estende para além do que o conhecimento dito científico nos ensina. O que eu ouvira era uma aula de vida, de sabedoria de alguém que prestava atenção na vida. Que meditava sobre as circunstâncias de sua vida. Ela empreendia a sua vida nas piores condições externas que podemos imaginar. A consciência de seu mundo tinha a luminosidade de um diamante. Escrever e ler proporcionariam a ela sua reinvenção em seus relacionamentos e no mundo. Estava ela na “terceira idade” nas piores condições de vida social e econômica, mas o triunfo do poderoso vital, nela era explosivo. Ela habitava naquela casa, mas sua morada era a consciência que filosofava sua vida. Sua imensa dor, que não deixou de ser dor, me lançou no sublime.    

O percurso feito até aqui me permite afirmar que a cada momento estamos em busca de significados que nos impulsionem para a ação. A fala da mulher que queria poder guardar segredos revela a força da necessidade de significar e ela o faz com uma clareza surpreendente. Em minha própria vida vi-me sempre envolvido com ações que somente foram exitosas porque consegui conferir a cada uma delas um significado que me emocionava e, portanto, me colocava em movimento. Minha pequena empresa de consultoria continua presente e viva porque permanece significando para mim a possibilidade de aprender sempre mais e de transformar cada vez mais mundo dentro e fora de mim.  

No júbilo do final do texto, uma lembrança me toma e me emociona por se tratar de quem se trata, mas nesse momento, mais por revelar e sintetizar a verdade da qualidade de uma vida. Trata-se de meu ultimo encontro com meu pai, pouco antes dele vir a falecer. Ao despedir-me dele, depois de abençoar-me como fazia com cada um dos filhos, quando partiam em viagem de volta para suas casas, disse-me ele nessa oportunidade: “Muito obrigado por essa beleza que você trouxe para mim” (sic). De um lado, um senhor aos 97 anos a externar com tanta simplicidade a profundidade da sua experiência filosófico-emocional-estética. Tão lá na frente, na vida cronológica, esse senhor ainda estava às voltas com a composição estética de sua identidade, reconhecendo a natureza e as origens de suas emoções. Tão lá na frente na consciência de sua vida, estava por isso e ainda, a empreender seu existir e achando graça na vida. Para empreender é preciso achar graça na vida. Empreender não é um ato de revolta contra a vida. Pelo contrário, é um ato de sagração da vida.

Para resumir, aqui está no meu entendimento do tráfego de experiências emocionais, de busca e encontro de  possibilidades internas que um empreendedor enfrenta: medo-coragem, curiosidade, desejo, sonho, ansiedade, júbilo, incerteza sobre o futuro e certeza do pretendido, lembranças, busca do conhecimento, busca de sentido para o que faz, desejo de contribuir, vontade de ser inédito, ousadia, medo de se expor, medo do julgamento pelo resultado apresentado, investimento emocional e de tempo, perseverança,  desejo de transformar e de se transformar, prazer. 

Termino por indagar com uma certa ironia: as experiências acima apontadas estão proibidas a alguém na “terceira idade”? Afinal o que é “terceira idade”? E qualidade de vida na terceira idade, o que é? Empreender é trabalhar e isso não está proibido para nenhum adulto de qualquer idade. O trabalho está associado a relacionamento e convivência que são sempre oportunidades únicas de crescimento, de invenção ética e estética de nós mesmos.  Viver é estar se reinventando o tempo todo! Felizmente nós humanos não deixamos de sonhar e não podemos deixar de nos recriar a cada momento de nossas vidas. Empreender nos permite isso, e isso é viver com qualidade.

Polo de Liderança Sebrae
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