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Perfil da liderança transformadora empreendedora

Perfil da liderança transformadora empreendedora

Apesar de algumas pessoas apresentarem certas características naturais de liderança, ela pode ser aprendida por meio de conhecimentos tácitos e teóricos. A liderança é intrínseca a todos os indivíduos, porém necessita ser desenvolvida para ser exercida. Em relação ao modelo ideal de liderança, à velocidade das transformações e mudanças, tendo como referência o mundo “VUCA”, que pode ser caracterizado como volátil, incerto, complexo e ambíguo, o que é uma realidade para as organizações. Sendo então mais complexo e desafiador desenvolver as características flexíveis e de adaptabilidade da liderança, o que é um desafio para as empresas que desejam obter uma alta performance e ser competitiva de forma sustentável.

Então como devem se portar os líderes do mundo 4.0? A liderança atual precisa lidar com os desafios das novas tecnologias, do mercado consumidor, dos novos modelos de negócios e terá que lidar com os novos talentos e profissões. Para liderar isso tudo, é emergente a necessidade de exercer uma liderança situacional e empreendedora.

E o que é essa nova demanda da liderança? Muito usado em momentos de crise, é uma modalidade de gestão que foca no ambiente, na leitura de cenários e nas capacidades de cada indivíduo da equipe e seu processo de adaptação. As tarefas são delegadas de acordo com as aptidões, o que exige do líder amplo conhecimento de seu time, valorizando as habilidades e conhecimentos de todos.

No cenário atual, não é incomum um subordinado assumir, momentaneamente a liderança do grupo, quando necessário. Isso, de maneira alguma, diminui a importância das lideranças formais e dos cargos de chefia. Uma boa liderança situacional é possível com alianças fortes, confiança e boa maturidade dos envolvidos e visão sistêmica, pois demanda do gestor o entendimento da importância em engajar, motivar e encorajar os seus colaboradores de forma integrada para superarem desafios e desenvolverem todo o seu potencial. 

No que tange ao planejamento estratégico, vale ressaltar que é importante tê-lo e tentar segui-lo. Porém, a execução não pode ser engessada, tão rígida como nos moldes tradicionais. A velocidade das mudanças, hoje em dia, não permite mais esse tipo de gestão estática e sim uma lógica dinâmica. É preciso estar sempre revisando o plano e moldando-o às situações que aparecem, observando o futuro. É necessário estar sempre em movimento.

E tudo isso está intimamente ligado aos novos modelos de negócios, na medida em que estes passam a ser cada vez mais cooperativos, compartilhados e circulares. Neles, as estruturas hierárquicas centralizadas perdem espaço para modelos integrados, convergentes, flexíveis e dinâmicos. Além disso, são pautados diariamente pelas novas tendências e pelo engajamento do público via redes sociais.

Polo de Liderança Sebrae
Renato Dias Regazzi
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